O ex-vereador Hélio de Mello (PL), encontra-se preso desde 9 de outubro, acusado da prática de cinco crimes sexuais.
De acordo com a Polícia Civil do Paraná, as investigações apontam que o ex-parlamentar abusou de pelo menos 11 crianças e adolescentes, todos seus alunos em uma escola estadual localizada na zona rural do município.
O Ministério Público estadual informou que os abusos teriam começado em 2017, atingindo vítimas com idades entre 11 e 17 anos.
Segundo a Polícia Civil, os depoimentos descrevem toques em partes íntimas, solicitação e envio de fotos e vídeos de nudez, além de oferta de dinheiro ou benefícios em troca desse material. Em uma das situações, um adolescente teria afirmado que manteve relação sexual com o professor após a troca de conteúdo.
Cinco crimes são listados na ação:
Hélio de Mello responde pelos seguintes crimes:
estupro de vulnerável;
importunação sexual;
assédio sexual majorado;
favorecimento da prostituição ou exploração sexual de menores;
satisfação de lascívia na presença de crianças ou adolescentes.
A defesa do ex-vereador informou que não comentará o caso devido ao sigilo do processo. A Secretaria de Educação do Paraná comunicou que o acusado já foi afastado de suas funções.
A apuração começou após uma denúncia anônima ser encaminhada ao Disque 100. O Conselho Tutelar ouviu estudantes, e a Polícia Civil tomou depoimento de vítimas, testemunhas, ex-alunos e funcionários da escola. Documentos públicos mostram que Hélio atuava como professor da rede estadual desde 2003.
Em 31 de agosto, a Justiça determinou o afastamento imediato do professor e proibiu qualquer contato com alunos. No dia seguinte, a polícia cumpriu mandado de busca e apreensão em sua residência. Horas depois, ele pediu licença remunerada da Câmara e, em 9 de setembro, renunciou ao mandato. O suplente João Leuch Sobrinho assumiu a vaga, e Selmo de Lima Vieira passou a presidir a Casa.
Hélio lecionava educação física e ocupou mandatos consecutivos por 20 anos na Câmara Municipal. Ele deixou o cargo de professor e renunciou ao mandato entre agosto e setembro de 2025, período em que os primeiros relatos chegaram às autoridades. O inquérito ouviu mais de 60 alunos e ex-alunos, e a denúncia do MP reúne 28 episódios atribuídos ao investigado.
Fonte: Portal Meio Norte.
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