O presidente do PL na Bahia, João Roma, criticou duramente nesta terça-feira (25) a decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) que manteve a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro. Para Roma, o resultado do julgamento já era previsível, configurando um “processo de cartas marcadas”. Ele chamou Bolsonaro de “maior e mais forte liderança política do país”.
Segundo o dirigente, “é impossível chamar isso de Justiça”. Para ele, a condenação já estava definida antes mesmo da votação. “O que vimos foi um processo com resultado anunciado, em que a condenação de Bolsonaro já estava escrita antes mesmo dos votos. Não se trata de julgamento, mas de vingança política, algo sem precedentes na história do Brasil”, afirmou em nota enviada à imprensa.
A crítica de Roma intensificou-se após decisão do ministro Alexandre de Moraes, também nesta terça-feira, que confirmou a prisão do ex-presidente e declarou o trânsito em julgado do processo. Com isso, Bolsonaro iniciou o cumprimento da pena.
Para o presidente do PL baiano, Bolsonaro está sendo alvo de “humilhações sucessivas, pressões psicológicas e ações desumanas” supostamente promovidas por setores do Judiciário. Roma reforçou que o ex-presidente não foi condenado por crimes como corrupção ou desvio de dinheiro público, comparando-o a adversários políticos do PT.
“Bolsonaro é preso e condenado por perseguição política, por um sistema que tenta calar quem representa milhões de brasileiros”, disse.
Roma também direcionou críticas à postura do ministro Alexandre de Moraes e da Primeira Turma do STF, acusando-os de “passionalismo” e “viés ideológico”. Ele comparou as decisões da Corte a tribunais típicos de regimes autoritários.
“O Supremo, que deveria pacificar a nação e defender a Constituição, virou palco de posições ideológicas radicais. Isso não fica atrás do tribunal montado por Hugo Chávez na Venezuela”, disparou.
Por fim, Roma afirmou que a suposta perseguição política não tem como alvo apenas Bolsonaro, mas todo o movimento político que ele representa.
“Não se prende uma ideia, não se prende um movimento que nasce do povo. O que está acontecendo é uma tentativa explícita de criminalizar um projeto político e silenciar milhões de brasileiros que acreditam em um Brasil livre, soberano e sem corrupção, um Brasil que respeita a família, a fé em Deus e os bons valores”, concluiu.
Com informações do BNews.
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