O Brasil começará a receber um novo tratamento para pacientes nos estágios iniciais da doença de Alzheimer. O medicamento Kisunla (donanemabe), desenvolvido pela farmacêutica Eli Lilly, foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em abril deste ano e promete retardar a progressão da perda cognitiva em pacientes com a doença.
Apesar do avanço, o acesso ao tratamento será restrito. O custo é elevado e pode ultrapassar R$ 30 mil por mês. Além disso, a aplicação estará disponível apenas em algumas clínicas e hospitais da rede privada, sem previsão para incorporação ao Sistema Único de Saúde (SUS).
O Kisunla é indicado exclusivamente para pacientes com comprometimento cognitivo leve ou demência leve associada ao Alzheimer. A administração é mensal, por via intravenosa, devendo ocorrer em ambiente clínico ou hospitalar.
Da redação do 40 Graus.
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