Durante visita ao município de Rio Grande, no Rio Grande do Sul, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva atribuiu ao governo do ex-presidente Jair Bolsonaro a responsabilidade pela disseminação dos sites de apostas esportivas no Brasil. Ao comentar o avanço das chamadas bets, Lula comparou as plataformas digitais a jogos de azar tradicionais, como o jogo do bicho e os cassinos, e criticou o que classificou como uso descontrolado dessas ferramentas no país.
“Eu sou católico e também os evangélicos, a gente, durante muito tempo, foi contra jogos de azar. O jogo do bicho até hoje é crime, mas todo mundo joga. Sempre fomos contra o cassino, sob o argumento de que cassino é jogo de azar. O que aconteceu no governo passado? Eles levaram o cassino para dentro da nossa casa, para os filhos da gente utilizarem no telefone e fazerem jogatina o dia inteiro”, afirmou o presidente.
A declaração foi dada durante a cerimônia de entrega de 1.276 unidades habitacionais da Faixa 1 do programa habitacional federal, destinadas a famílias com renda bruta mensal de até R$ 2.850.
Lula também defendeu a necessidade de regulação e controle do setor de apostas, destacando os impactos sociais do crescimento acelerado das plataformas digitais. “É gente gastando dinheiro que não tem no celular. A gente proibiu o povo de ir ao cassino, o cassino veio para dentro de casa. E a gente vai ter que regular essas coisas”, disse o presidente, ao citar ainda a retirada de celulares das escolas como exemplo de medida preventiva.
Os jogos on-line foram legalizados no Brasil em 2018, mas, até 2023, as empresas atuaram com pouco controle estatal. A regulamentação do setor foi aprovada no ano passado, estabelecendo critérios para funcionamento, fiscalização, tributação e mecanismos de controle. Ao longo de 2024, a Secretaria de Prêmios e Apostas, vinculada ao Ministério da Fazenda, estruturou o marco regulatório, que entrou em operação formal em janeiro deste ano.
Apesar dos avanços, o setor ainda enfrenta dificuldades para conter plataformas ilegais, que representam cerca de 40% do mercado de apostas no país. O governo federal também defende a criação de uma tributação adicional sobre as bets, com o objetivo de custear os impactos sociais dos jogos, incluindo ações de enfrentamento à ludopatia — transtorno caracterizado pelo impulso incontrolável de jogar ou apostar —, em modelo semelhante ao adotado para a indústria do cigarro.
Presidente compara apostas on-line a jogos de azar tradicionais, critica uso descontrolado das plataformas e reforça necessidade de regulação e tributação
Durante visita ao município de Rio Grande, no Rio Grande do Sul, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva atribuiu ao governo do ex-presidente Jair Bolsonaro a responsabilidade pela disseminação dos sites de apostas esportivas no Brasil. Ao comentar o avanço das chamadas bets, Lula comparou as plataformas digitais a jogos de azar tradicionais, como o jogo do bicho e os cassinos, e criticou o que classificou como uso descontrolado dessas ferramentas no país.
“Eu sou católico e também os evangélicos, a gente, durante muito tempo, foi contra jogos de azar. O jogo do bicho até hoje é crime, mas todo mundo joga. Sempre fomos contra o cassino, sob o argumento de que cassino é jogo de azar. O que aconteceu no governo passado? Eles levaram o cassino para dentro da nossa casa, para os filhos da gente utilizarem no telefone e fazerem jogatina o dia inteiro”, afirmou o presidente.
A declaração foi dada durante a cerimônia de entrega de 1.276 unidades habitacionais da Faixa 1 do programa habitacional federal, destinadas a famílias com renda bruta mensal de até R$ 2.850.
Lula também defendeu a necessidade de regulação e controle do setor de apostas, destacando os impactos sociais do crescimento acelerado das plataformas digitais. “É gente gastando dinheiro que não tem no celular. A gente proibiu o povo de ir ao cassino, o cassino veio para dentro de casa. E a gente vai ter que regular essas coisas”, disse o presidente, ao citar ainda a retirada de celulares das escolas como exemplo de medida preventiva.
Os jogos on-line foram legalizados no Brasil em 2018, mas, até 2023, as empresas atuaram com pouco controle estatal. A regulamentação do setor foi aprovada no ano passado, estabelecendo critérios para funcionamento, fiscalização, tributação e mecanismos de controle. Ao longo de 2024, a Secretaria de Prêmios e Apostas, vinculada ao Ministério da Fazenda, estruturou o marco regulatório, que entrou em operação formal em janeiro deste ano.
Apesar dos avanços, o setor ainda enfrenta dificuldades para conter plataformas ilegais, que representam cerca de 40% do mercado de apostas no país. O governo federal também defende a criação de uma tributação adicional sobre as bets, com o objetivo de custear os impactos sociais dos jogos, incluindo ações de enfrentamento à ludopatia — transtorno caracterizado pelo impulso incontrolável de jogar ou apostar —, em modelo semelhante ao adotado para a indústria do cigarro.
Da Redação.
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