A Coca-Cola chamou a atenção do governo Donald Trump após patrocinar o XXVI Congresso Nacional do Ministério Público, evento que contou com a participação do ministro do STF Alexandre de Moraes como palestrante. O magistrado foi incluído por Trump na Lei Magnitsky, em julho, e passou a sofrer uma série de sanções impostas pelos Estados Unidos.
Segundo a coluna de Paulo Capelli, do portal Metrópoles, um integrante do alto escalão do governo norte-americano telefonou diretamente para um executivo da Coca-Cola para tratar do patrocínio.
A gestão Trump teria demonstrado descontentamento explícito com o apoio financeiro ao evento que contou com um sancionado pela legislação americana.
Os EUA costumam agir com rigor em relação a empresas que ofereçam qualquer tipo de apoio a pessoas atingidas pela Lei Magnitsky, podendo inclusive aplicar punições a companhias envolvidas.
Outras organizações que patrocinaram o congresso — como PicPay, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Febraban — também geraram incômodo em Washington, mas, ao contrário da Coca-Cola, não possuem sede nos Estados Unidos, o que reduz o alcance de possíveis sanções.
Da redação do 40 Graus.
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