O ex-campeão dos médios Anderson Silva está prestes a receber uma das maiores compensações no acordo judicial do processo antitruste movido contra o UFC. Segundo informações do jornalista John S. Nash, o brasileiro terá direito a cerca de US$ 10,33 milhões — aproximadamente R$ 56,1 milhões na cotação atual.
A ação coletiva, que tramitava desde 2014, foi encerrada em fevereiro de 2025 com um acordo de US$ 375 milhões, aprovado pelo juiz federal Richard Boulware. Desse valor, US$ 126 milhões foram destinados a honorários advocatícios, enquanto os US$ 251 milhões restantes serão divididos entre 1.067 lutadores incluídos no processo.
Por ter competido no UFC entre dezembro de 2010 e junho de 2017 — período coberto pelo processo —, Anderson foi incluído automaticamente como “class member”, sem a necessidade de solicitação. O brasileiro agora pode aceitar ou recusar o pagamento.
Enquanto o “Spider” aparece entre os maiores beneficiados, o menor valor registrado nos documentos judiciais foi de US$ 16,1 mil (cerca de R$ 87,5 mil). Em média, os atletas devem receber US$ 250 mil, com aproximadamente 35 lutadores ultrapassando a marca de US$ 1 milhão.
A ação coletiva alegava que, entre 2010 e 2017, o UFC — então sob controle da Zuffa LLC (atualmente parte do TKO Holdings Group) — adotou práticas anticompetitivas que limitaram as oportunidades dos lutadores. Entre as acusações estavam:
Contratos exclusivos com cláusulas restritivas;
Ameaças de represálias a atletas que buscassem atuar em outras organizações;
Aquisição de concorrentes como PRIDE, WEC e Strikeforce para concentrar o mercado.
Segundo a denúncia, essas práticas teriam permitido ao UFC monopolizar o MMA e reduzir a remuneração dos atletas.
O acordo é considerado um marco na relação entre lutadores e promotoras. Além de beneficiar estrelas como Anderson Silva, também garante compensação a atletas de menor expressão que enfrentaram restrições contratuais ao longo dos anos.
Especialistas avaliam que a decisão pode abrir precedentes para novas ações coletivas contra organizações de MMA, ampliando o debate sobre direitos trabalhistas, remuneração justa e liberdade contratual dentro do esporte.
Fonte: Tatame Notícias.
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