
O governador Jerônimo Rodrigues fez, durante o debate da Band, neste domingo (9), um contraponto entre os investimentos realizados pela atual gestão estadual e o histórico dos governos ligados ao carlismo na Bahia.
Jerônimo destacou a entrega de 15 novos hospitais em três anos e meio e afirmou que outras oito unidades estão em construção. Segundo ele, a expansão da rede representa cerca de 6 mil novos leitos distribuídos por diferentes regiões do estado.
“Em três anos e meio, eu entreguei 15 novos hospitais e outros 8 estão sendo construídos”, afirmou o governador.
Entre as unidades citadas estão os hospitais de Valença, Itapetinga, Jacobina, Serrinha e Paulo Afonso. Jerônimo também ressaltou a existência de outros 15 hospitais estaduais e municipais construídos em parceria com prefeituras, como no município de Gandu.
Ao defender a interiorização da saúde, o governador questionou o legado dos governos carlistas e cobrou resultados do grupo político ligado ao candidato da oposição, ACM Neto.
“Em 20 anos, quantos hospitais de alta complexidade foram feitos?”, questionou Jerônimo durante o debate.
O governador também ampliou as críticas para áreas como educação e segurança pública, apontando, segundo ele, a falta de avanços durante os períodos anteriores de governo.
O confronto entre os dois projetos políticos também chegou a Salvador, principal vitrine administrativa de ACM Neto.
Jerônimo comparou a estrutura de saúde da capital baiana com a de Fortaleza, que, segundo ele, conta com dez hospitais municipais. O governador questionou as entregas realizadas pela administração municipal de Salvador.
Para Jerônimo, além da ampliação da rede hospitalar, é necessário fortalecer a atenção básica nos municípios, como forma de reduzir a pressão sobre os hospitais estaduais.
Jerônimo também destacou a parceria com o governo do presidente Lula para ampliar os investimentos na área da saúde.
Entre as ações citadas estão a primeira policlínica do Novo PAC no país, em Camaçari, e o novo hospital de Alagoinhas.
Segundo o governador, os investimentos fazem parte de uma estratégia de ampliação e descentralização da rede de saúde, com novas unidades em diferentes regiões da Bahia.
Da Redação.