A informação de que a Netflix teria pago cerca de R$ 500 mil para Suzane von Richthofen participar de um documentário sobre sua própria história provocou forte repercussão nas redes sociais e dividiu opiniões. A maior parte das manifestações, no entanto, foi marcada por críticas e indignação.
Condenada pelo assassinato dos pais em 2002, Suzane gravou um depoimento que deve ser o principal eixo narrativo da produção, que ainda não tem data oficial de estreia. Nos últimos dias, trechos do documentário vazaram na internet, aumentando a curiosidade do público e ampliando o debate sobre os limites éticos desse tipo de conteúdo.
A repercussão ganhou ainda mais força após a divulgação do suposto valor pago à condenada, informação publicada pela coluna Outro Canal, da Folha de S. Paulo. Nas redes sociais, muitos internautas criticaram a possibilidade de Suzane lucrar com a própria história.
“Só no Brasil! Isso é uma vergonha”, escreveu uma usuária. Outro comentário que ganhou destaque dizia: “Inversão de valores. Esse é o Brasil!”. Houve também quem defendesse um boicote à plataforma de streaming: “Vamos boicotar tudo dela, gente, não assistam!”, publicou um perfil.
Apesar das críticas, alguns usuários chamaram atenção para o forte interesse do público por produções baseadas em crimes reais. “Pior que tem público… não surpreende”, comentou um internauta, destacando a popularidade crescente desse tipo de conteúdo.
Nos bastidores do audiovisual, o projeto também vem gerando discussões. Parte dos profissionais avalia que iniciativas como essa podem aproximar os serviços de streaming de formatos mais sensacionalistas, reacendendo o debate sobre até que ponto histórias envolvendo crimes devem ser exploradas comercialmente.
Da Redação do 40 Graus.
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