
Ainda não estamos às vesperas das eleições de 2021, quando será coroado o homem que governará o Brasil por mais quatro anos. O pleito começará em 2022 e findará apenas em 31 de dezembro de 2025. - Nem ao menos estamos numa pré-campanha acirrada, tampouco ouvimos o ruflar dos tambores dos batedores. - Só a arraia-miúda está se movimentando.
Os tradicionais institutos de pesquisa, que poucas vezes erraram os seus cáculos, diga-se de passagem, na história da política brasileira, estão sendo constantemente questionados e desqualificados por muitos desqualificados - Criou-se um precedente engraçado, "os desqualificados tentam desconstruir e desqualificar todos os ógãos e instituições com know-how de pergaminho".
Dois pleiteantes ao cargo de presidente da República Federativa do Brasil se destacam e polarizam a disputa. Se isolam na liderança em todas as pesquisas. - Sejam elas verdadeiras ou falsas, até enquete vale! Ficou difícil para os olhos sem aquele prisma 'cirúrgico', diferenciado, separar o joio do trigo, pois as desinformações são muitas.
- Agora vejam a contradição que contradiz o contraditório. - Adoro trocadilhos, porque nem sempre são literais. - Todos comemoram os pontinhos adquiridos por seus candidatos favoritos, até mesmo os que tentam contradizer as pesquisas.
O IBOPE só tem ibope quando os números favorecem os seus preferidos. - Até comemoração é feita. Vai entender esse povo. As máquinas de fake news estão a todo o vapor, sem falar nos robôs do impulsionamento, que roubam os números do 'marketing perigoso' a favor dos 'ordinários". - Virou uma briga do marketing mais competnte.
As alianças e os conchavos feitos na calada da noite, à base de chá, café e muito wisk estão em alta novamente. - Abre-se a temporada de caça aos pobres. - Por que pobre só tem valor nessa época.
P. S. "Graça Fofoca" me falou que só esse mês já recebeu a visita de três pretensos candidatos a deputado. Ela está se achando".
Por Fred 40 Graus.