O Tesouro Nacional anunciou nesta segunda-feira (9), o resultado da primeira emissão de títulos soberanos do Brasil no mercado internacional em 2026. A operação, realizada nos Estados Unidos, movimentou US$ 4,5 bilhões e contou com forte demanda por parte dos investidores.
Foram emitidos dois papéis: o novo Global 2036, com prazo de dez anos, e a reabertura do Global 2056, com vencimento em 30 anos. O Global 2036 somou US$ 3,5 bilhões — volume recorde para títulos brasileiros desse prazo — com juros de 6,4% ao ano, cupom semestral de 6,25% e spread de 220 pontos-base acima dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos.
Já o Global 2056 captou US$ 1 bilhão, pagando juros de 7,3% ao ano, cupom de 7,25% e spread de 245 pontos-base. Segundo o Tesouro, esse foi o menor spread para títulos brasileiros de 30 anos desde 2014, além de apresentar melhora em relação à emissão anterior realizada em setembro do ano passado.
A demanda total atingiu cerca de US$ 12 bilhões, o equivalente a 2,7 vezes o volume ofertado. Para o Tesouro Nacional, o resultado reflete a confiança do mercado internacional na credibilidade e na atratividade da dívida soberana brasileira.
A operação foi coordenada pelos bancos HSBC, JP Morgan, Santander e Sumitomo. Os recursos captados serão incorporados às reservas internacionais do Brasil no dia 19 de fevereiro.
Da Redação.
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