O BJJ Stars 16, realizado no último sábado (26), em São Paulo, entrou para a história do Jiu-Jitsu brasileiro ao coroar Pedro Marinho, faixa-preta da Gracie Barra, como o grande campeão do GP absoluto No Gi. Com atuações sólidas e técnicas afiadas, Marinho venceu o torneio e faturou o prêmio de R$ 100 mil, superando grandes nomes da modalidade.
Na grande final, Marinho enfrentou Yatan Bueno, atleta que surpreendeu ao eliminar nomes consagrados como Roberto Cyborg e Haisam Rida. Demonstrando agressividade desde o início da luta, Pedro buscou as quedas e o controle por cima. O momento decisivo veio aos seis minutos, quando encaixou uma guilhotina precisa, obrigando Yatan a bater.
O caminho até o título foi marcado por desafios duros. Nas quartas de final, Marinho superou Devonte Johnson em um combate equilibrado, decidido na pontuação dos árbitros. Já na semifinal, enfrentou o explosivo Fabricio Andrey e venceu novamente por decisão, após uma luta intensa e estratégica.
Do outro lado da chave, Yatan Bueno brilhou ao vencer Cyborg de forma dominante nas quartas e, na semifinal, superou Haisam Rida por 2 a 0 nos pontos, garantindo sua vaga na final do maior evento de Jiu-Jitsu do Brasil.
O BJJ Stars 16, realizado neste sábado (26), em São Paulo, entrou para a história do Jiu-Jitsu ao coroar Pedro Marinho como campeão do GP absoluto No Gi. O faixa-preta da Gracie Barra mostrou frieza e técnica apurada em todas as suas lutas, vencendo adversários duríssimos para levantar o cinturão e faturar o prêmio de R$ 100 mil.
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A grande final foi contra Yatan Bueno, atleta que surpreendeu ao eliminar nomes consagrados como Roberto Cyborg e Haisam Rida. Marinho manteve uma postura agressiva desde o início do combate, buscando quedas e controle por cima. O momento decisivo veio aos seis minutos de luta, quando encaixou uma guilhotina precisa, obrigando Yatan a bater.
Antes da final, Marinho já havia superado Devonte Johnson nas quartas de final, em uma luta equilibrada decidida na decisão dos árbitros. Na semifinal, o campeão enfrentou o explosivo Fabricio Andrey, também garantindo a vitória por decisão após uma disputa intensa e estratégica.
No caminho até a final, Yatan Bueno brilhou com uma vitória dominante sobre Cyborg, nas quartas, e um triunfo por 2 a 0 nos pontos sobre Haisam Rida, garantindo sua vaga na disputa do título no principal evento de Jiu-Jitsu do Brasil.
Superlutas de alto nível
O BJJ Stars 16 também foi marcado por superlutas emocionantes. Entre as mulheres, Julia Alves venceu Ana Rodrigues em um duelo tático, decidido por vantagem (1 a 0). Ana foi penalizada por falta de combatividade nos segundos finais, o que deu o triunfo a Julia. Na divisão dos médios, Thalyta Silva manteve o cinturão ao derrotar a promissora Helena Crevar por 2 a 0 nos pontos, controlando bem as ações da luta.

Entre os homens, Meyram Maquiné superou Leo Souza por 2 a 0 em uma luta equilibrada. Sergio Rios finalizou Luiz Marques com um estrangulamento de gola aos 2 minutos, enquanto Pablo Oliveira garantiu a vitória por 2 a 0 sobre Mateo Ruiz, com domínio no jogo de quedas e passagem de guarda. Um dos destaques da noite no BJJ Stars 16 foi a faixa-roxa Lívia Barasine, que raspou, passou a guarda, montou e finalizou Eduarda Muniz com um armlock aos 5 minutos e 58 segundos, em performance de alto nível.
Além do GP absoluto, o BJJ Stars 16 contou com superlutas emocionantes entre atletas de alto nível.
No feminino, Julia Alves venceu Ana Rodrigues por vantagem (1 a 0), em um duelo tático. A vitória veio após penalização de Ana por falta de combatividade nos segundos finais. Já Thalyta Silva manteve o cinturão dos médios ao derrotar a promissora Helena Crevar por 2 a 0, dominando as ações da luta.
Entre os homens, Meyram Maquiné venceu Leo Souza por 2 a 0, em um confronto equilibrado. Sergio Rios foi dominante e finalizou Luiz Marques com um estrangulamento de gola aos dois minutos de combate. Em outro destaque, Pablo Oliveira derrotou Mateo Ruiz por 2 a 0, com domínio nas quedas e passagem de guarda.
Um dos momentos mais marcantes da noite foi protagonizado pela faixa-roxa Lívia Barasine, que brilhou ao raspar, passar a guarda, montar e finalizar Eduarda Muniz com um armlock aos 5 minutos e 58 segundos — uma performance que impressionou pela técnica e agressividade.
Fonte: Tatame Notícias.
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