A Coreia do Norte realizou recentemente um concurso de culinária em Pyongyang, capital do país, com foco no aprimoramento das técnicas de preparo da carne de cachorro, tradicionalmente chamada de “carne doce” pelos norte-coreanos.
De acordo com a Televisão Central Coreana, o objetivo do evento foi elevar os padrões culinários e promover a troca de conhecimentos sobre o preparo da iguaria, valorizada no país como uma fonte tradicional de energia, especialmente durante o verão.
O concurso ocorreu em um grande restaurante da capital e reuniu cerca de 200 cozinheiros vindos de diferentes regiões de Pyongyang — o dobro de participantes em relação à edição anterior. A mídia estatal destacou a importância cultural da sopa feita com carne de cachorro, ressaltando suas supostas propriedades energéticas.
Em um contexto marcado pela escassez crônica de alimentos, o consumo da “carne doce” é oficialmente incentivado pelo governo norte-coreano. Em 2022, a tradicional sopa foi reconhecida como patrimônio cultural imaterial regional pelas autoridades do país.
A prática, no entanto, contrasta com a realidade da vizinha Coreia do Sul. Segundo a agência de notícias sul-coreana Yonhap, o governo sul-coreano aprovou, no ano passado, uma lei que proíbe a criação, distribuição e comercialização de carne de cachorro para consumo humano. A legislação entrará em vigor em fevereiro de 2027.
Fonte: Portal R7.
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