O ativista brasileiro Thiago Ávila está preso em uma cela solitária na penitenciária de Givon, na cidade de Ramla, em Israel. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (11) pela jornalista Giovanna Vial, do jornal Opera Mundi. Desde a última segunda-feira (9), o ativista realiza uma greve de fome em protesto.
Segundo a defesa de Ávila, ele foi transferido para uma cela “escura, pequena, sem ventilação e sem acesso a ninguém”.
A ordem de deportação foi emitida nesta quarta-feira (11), mas, de acordo com seus advogados, as autoridades israelenses ameaçaram mantê-lo na solitária por mais uma semana. A defesa classifica o procedimento como ilegal.
Ávila foi detido por agentes israelenses em águas internacionais do mar Mediterrâneo, junto com outros 11 ativistas da Flotilha da Liberdade. Eles navegavam no veleiro Madleen rumo à Faixa de Gaza, levando suprimentos à população Palestina sem passar por território israelense.
Lara Souza, esposa do ativista, afirma que ele é um “preso político, detido ilegalmente por Israel em águas internacionais. Ainda que tivessem ultrapassado esse limite, estariam em águas palestinas. A prisão é ilegal de toda forma”, declarou.
Além da deportação, os ativistas foram proibidos de entrar em Israel por 100 anos. “Na prática, isso significa que estão impedidos de entrar na Palestina, já que Israel comanda ilegalmente os territórios palestinos”, disse Lara.
Do Metro1.
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