
A Câmara de Salvador aprovou, na tarde desta segunda-feira (5), o projeto do Executivo de reajuste de 4% dos salários dos servidores públicos, estagiários e de cargos comissionados.
O presidente da Casa, Carlos Muniz (PSDB), em entrevista ao Metro1, disse que foi feito um acordo entre as bancadas de governo e oposição, o que permitiu uma votação “tranquila, como estava programada”.
A minoria chegou a criticar o valor considerado baixo pelo grupo, mas, na visão do vereador Kiki Bispo (União), líder da bancada do governo, a articulação entre os colegas da Casa e trabalhadores garantiu a pacificação na hora da votação.
“O projeto de reajuste dos servidores é fruto de muito diálogo por parte do governo e do sindicato. A prefeitura chegou no limite, no limite da responsabilidade. E no final acabou sendo bom para ambos os lados. É claro que todo aumento ele sempre nunca é aquilo que se espera. Mas temos que levar em conta os números fiscais. São conquistas fornecidas ano a ano pela prefeitura”, afirmou Kiki ao Metro1.
Projetos relacionados aos servidores da saúde e da educação ainda serão enviados à Câmara separadamente. No texto aprovado nesta segunda, ainda é previsto um abono de R$1,2 mil aos aposentados vinculados ao Regimento Próprio de Previdência que recebam até R$1,500,00
Ainda nesta segunda, dois requerimentos (nº 188/23 e nº 189/23) da vereadora Laina Crisóstomo (Psol), do mandato coletivo Pretas por Salvador, foram rejeitados. Ambos pretendiam instalar duas frentes parlamentares, uma para tratar da política de drogas e outra sobre Direitos Sexuais e Reprodutivos.