
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes prorrogou por 30 dias um inquérito que mira o deputado Daniel Silveira.
Na ação, o parlamentar é investigado por ter violado a tornozeleira eletrônica e descumprido outras medidas estabelecidas pela Corte.
De acordo com as investigações, ele teria interrompido o uso da tornozeleira eletrônica por 22 vezes sem apresentar justificativa. Em outras situações em que o equipamento estava desligado, a defesa alega que ele se descarregou durante seu expediente de trabalho.
No entanto, Daniel se recusa a usar o monitoramento e alega ter sido beneficiado por um indulto individual concedido pelo presidente Jair Bolsonaro (PL).
A Procuradoria-Geral da República (PGR), apresentou pedido para que a investigação continue. Na decisão que concede mais tempo para o andamento do inquérito, Moraes determina que a Polícia Federal faça um cruzamento de dados.
Ele afirma que a corporação deve comparar os dias em que a bateria do equipamento teria supostamente se descarregado com os registros de entrada e saída da Câmara, assim como com votações, para saber se o deputado ficou no local tempo suficiente para a perda da carga da tornozeleira.
Do R7.