
Constantemente nos deperamos com eloquentes discursos de políticos, assim como ativistas criticando essa prática que já é uma constante e enraizada forma do político brasileiro enganar o povo, o assistencialismo.
- Mas o que é mesmo o assistencialismo? O assistencialismo é uma prática viciosa que segrega direitos básicos como: saúde; educação; segurança, etc. Tudo o que o Estado deveria fazer por obrigação. É um 'toma lá dá cá'.
Críticos 'ácidos' alegam constantemente que programas sociais como o 'Bolsa Família', desenvolvido no governo do ex-presidente Lula é um dos maiores exemplos de assistencialismo na política brasileira, porém, o que vemos hoje no Governo Bolsonaro é apenas 'mais do mesmo'. O programa Auxílio Brasil, é apenas uma continuação do Bolsa Família, porém, com uma 'nova roupagem'.
Os programas assistencialistas são uma 'faca de dois gumes', ajudam uns e acomodam outros. São paleativos que ganham o protagonismo em épocas de eleição.
A verdade é que no atual governo temos o auge dessa prática assistencialista, pois, o número de auxílios e 'bolsas' são exagerados, vejamos: Auxílio Emergencial; Auxílio Brasil; Auxílio Caminhoneiro; Auxílio Gás, Garantia Safra; Auxílio Defeso; Auxílio reclusão, e por aí vai.
E quem paga toda essa conta? - O povo! Pois, o dinheiro do Governo Federal é oriundo dos impostos. A classe trabalhadora, aquela chamada de economicamente ativa, é quem paga toda essa conta. - Um absurdo.
Um governo eficiente e competente gera postos de empregos para que o cidadão ganhe o seu dinheiro e viva de forma independente, sem dever favores a políticos.
P.S. "Quantos milhões de postos de empregos o atual Governo Federal Criou?"
Por F. Silva.