
A morte da jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, durante uma atividade de rope jumping em Limeira (SP), revelou que os responsáveis pelo evento não possuíam empresa formalizada. A informação foi confirmada pela delegada Andréa Dantas, responsável pelo caso.
Segundo a polícia, os organizadores eram praticantes do esporte que promoviam eventos há cerca de um ano em diferentes cidades. No entanto, o grupo não tinha autorização para realizar a atividade na região da Ponte do Esqueleto, onde ocorreu o acidente.
Maria Eduarda morreu na manhã de sábado (13) após ser lançada de uma plataforma de aproximadamente 40 metros de altura sem estar conectada ao sistema de cordas de segurança.
Três homens foram presos por homicídio com dolo eventual: Luis Felipe Feliciano Egoroff, Vitor de Freitas Gonçalves e Maicon Fernandes Cintra. De acordo com a investigação, eles teriam assumido o risco de provocar a morte da participante, mesmo sem intenção direta de matar.
“Pelo que apurei, não existe uma empresa. É um grupo de pessoas que se conheceram por meio desse esporte e que, há aproximadamente um ano, realizam esses eventos em vários destinos”, afirmou a delegada Andréa Dantas.
O caso segue sob investigação para apurar as circunstâncias da tragédia e possíveis responsabilidades dos envolvidos.
Da Redação...