O preço do boi gordo registrou queda nesta sexta-feira (24), de acordo com dados do Cepea/Esalq. A arroba passou a ser negociada a R$ 362,40 no estado de São Paulo, representando uma retração diária de 0,40%.
Apesar do recuo no dia, o indicador ainda acumula alta de 1,80% no mês. Na cotação em dólar, o valor ficou em US$ 72,35.
Nos últimos dias, o mercado apresentou oscilações moderadas:
22/04: R$ 363,85 (-0,59%)
20/04: R$ 366,00 (+0,25%)
17/04: R$ 365,10 (-0,11%)
16/04: R$ 365,50 (-0,49%)
O mercado de frango apresentou estabilidade nas principais praças paulistas, como Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado.
O frango congelado permanece sendo vendido a R$ 7,23 por quilo, sem variação no dia e com leve queda mensal de 0,14%.
Já o frango resfriado é comercializado a R$ 7,24 por quilo, também estável no dia, acumulando recuo de 0,41% no mês.
A carcaça suína especial apresentou queda de 0,23% e está sendo negociada a R$ 8,62 por quilo nos atacados da Grande São Paulo. No acumulado mensal, a desvalorização já chega a 10,58%.
Por outro lado, o preço do suíno vivo segue estável na maioria dos estados analisados:
Minas Gerais: R$ 5,67 (+0,18%)
Paraná: R$ 5,21 (-0,57%)
Rio Grande do Sul: R$ 5,34 (estável)
Santa Catarina: R$ 5,11 (estável)
São Paulo: R$ 5,56 (estável)
No mercado pecuário, o termo “boi gordo” refere-se ao bovino macho pronto para o abate. Para atingir esse padrão, o animal deve ter peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (cerca de 240 kg) e idade de até 42 meses.
Esse tipo de gado atende às exigências do mercado interno e também às exportações, incluindo destinos como Europa e China.
A principal diferença entre os dois tipos está no processo de conservação:
Frango congelado: passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12 °C, o que aumenta sua durabilidade e facilita o transporte por longas distâncias.
Frango resfriado: mantido entre 0 °C e 4 °C, tem validade mais curta (entre 5 e 7 dias), mas preserva melhor a textura e o sabor, sendo bastante valorizado por consumidores e restaurantes.
Fonte: Brasil 61.
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