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Exportações de grãos mantêm ritmo forte em 2026 e reforçam liderança do Brasil no mercado global

Soja lidera os embarques no primeiro semestre, com a China como principal destino, enquanto farelo registra avanço e milho mantém crescimento dentro da sazonalidade.

F. Silva
Por: F. Silva Fonte: Com informações do Portal do Agronegócio
01/07/2026 às 18h53
Exportações de grãos mantêm ritmo forte em 2026 e reforçam liderança do Brasil no mercado global

O Brasil segue com desempenho expressivo nas exportações de grãos em 2026. Dados da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC) mostram que o país embarcou 72,79 milhões de toneladas de soja entre janeiro e junho, consolidando sua posição como o maior fornecedor mundial da oleaginosa.

No mesmo período, as exportações de farelo de soja somaram 12,85 milhões de toneladas, enquanto os embarques de milho alcançaram 6,25 milhões de toneladas.

Somente em junho, a previsão é de embarques de 14,05 milhões de toneladas de soja, além de 2,44 milhões de toneladas de farelo, 497,6 mil toneladas de milho e 103 mil toneladas de trigo, mantendo o forte ritmo dos principais corredores logísticos do país.

Na comparação com 2025, a soja e o farelo de soja registram crescimento, impulsionados pela safra recorde, maior competitividade e demanda internacional aquecida. Já o milho apresenta um desempenho mais moderado, comportamento considerado normal antes da intensificação das exportações da segunda safra.

A China segue como o principal destino da soja brasileira, respondendo por 70% das compras entre janeiro e maio. Espanha, Turquia, Tailândia, Paquistão, Holanda, Irã, México, Argélia e Bangladesh aparecem na sequência entre os maiores compradores.

Nas exportações de milho, o mercado é mais diversificado. Egito, Vietnã e Irã lideram as aquisições, seguidos por Argélia, Malásia, Marrocos, Arábia Saudita, China e Iêmen.

Segundo a ANEC, a combinação entre elevada produção, eficiência logística e forte demanda externa deve manter as exportações aquecidas ao longo do segundo semestre, reforçando a importância do agronegócio brasileiro no abastecimento mundial.

Fonte: Portal do Agronegócio.

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