Quarta, 15 de Abril de 2026 17:52
77981182798
31°

Parcialmente nublado

Barreiras, BA

Geral Padilha

Padilha defende regras mais rígidas para publicidade de apostas online e classifica bets como problema de saúde pública

Ministro da Saúde afirma que governo já atua para restringir acesso de menores, mas cobra avanço no Congresso para endurecer regulamentação.

10/04/2026 22h35
Por: F. Silva Fonte: Com informações do BNews
Padilha defende regras mais rígidas para publicidade de apostas online e classifica bets como problema de saúde pública

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, defendeu nesta sexta-feira (10) a adoção de regras mais rígidas para a divulgação de plataformas de apostas online no Brasil. Durante evento realizado em São Paulo, ele afirmou que o crescimento das chamadas “bets” deve ser tratado como um problema de saúde pública.

Segundo o ministro, uma das principais medidas necessárias é o enfrentamento da publicidade dessas plataformas, seguindo modelo semelhante ao adotado no combate ao tabagismo no país.

“Eu defendo que a gente trate o problema das bets como a gente tratou o problema do cigarro, enfrentando o problema da publicidade”, declarou.

Padilha destacou que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já vem adotando iniciativas para limitar o acesso de crianças e adolescentes às plataformas de apostas. No entanto, ele avalia que as ações atuais ainda são insuficientes.

Para o ministro, é necessário avançar na regulamentação por meio do Congresso Nacional, com a implementação de medidas mais rigorosas, incluindo a restrição ou proibição da publicidade.

“É preciso que a gente dê um passo além, no Congresso, tratando as mesmas regras do cigarro, proibindo a publicidade e reduzindo esse acesso, porque isso é um grave problema de saúde pública”, afirmou.

A fala ocorre em meio ao crescimento acelerado do mercado de apostas online no Brasil, que tem gerado debates sobre seus impactos sociais, econômicos e de saúde.

Da Redação.

* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
500 caracteres restantes.
Comentar
Mostrar mais comentários