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Ação ocorreu em seis estados e desarticulou grupo investigado por furtos a joalherias, estelionatos e tráfico de drogas

A Operação Diamante de Sangue, deflagrada nesta quarta-feira (1º), resultou na prisão de 10 pessoas suspeitas de integrar uma organização criminosa especializada em furtos a joalherias, estelionatos e tráfico de drogas.

01/04/2026 11h38
Por: F. Silva Fonte: Com informações do BNews
Ação ocorreu em seis estados e desarticulou grupo investigado por furtos a joalherias, estelionatos e tráfico de drogas

As prisões ocorreram simultaneamente em Salvador (BA), Aracaju (SE), São Paulo (SP), Goiânia (GO), Fortaleza (CE) e Rio de Janeiro (RJ).

Durante o cumprimento dos mandados judiciais, os policiais apreenderam celulares, documentos, dinheiro em espécie e veículos de alto padrão, entre eles uma Toyota SW4 e uma Volkswagen Amarok. Segundo as investigações, os bens eram utilizados para ocultar e movimentar recursos obtidos por meio das atividades criminosas.

Outro destaque da operação foi a apreensão de uma aeronave avaliada em cerca de R$ 800 mil, localizada no estado de Roraima. De acordo com a polícia, o avião era usado para dar suporte logístico ao transporte de drogas e ao deslocamento de integrantes da quadrilha entre diferentes estados.

Como a quadrilha agia

As investigações apontam que o grupo possuía uma estrutura organizada, com divisão de tarefas e planejamento detalhado para a execução dos crimes.

Nos furtos a joalherias, os suspeitos realizavam levantamentos prévios dos estabelecimentos e acessavam os imóveis pelo teto. Para evitar serem descobertos, utilizavam equipamentos capazes de desativar sistemas de alarme, o que demonstra o alto nível de sofisticação da organização.

Um dos crimes atribuídos ao grupo ocorreu em Salvador, no início de 2025, quando uma joalheria sofreu prejuízo superior a R$ 1 milhão.

Além dos furtos, a quadrilha também é investigada por estelionatos conhecidos como “golpe do aniversário”, principalmente nos estados do Ceará e da Paraíba.

Nesse tipo de fraude, as vítimas, em sua maioria idosas, eram abordadas sob o pretexto de receber presentes. Durante a ação, os criminosos utilizavam dispositivos eletrônicos para capturar dados bancários e realizar transações indevidas.

Ainda segundo a Polícia Civil, os investigados movimentavam grandes quantias de dinheiro por meio de contas bancárias de terceiros, estratégia usada para dificultar o rastreamento dos valores e ocultar a origem ilícita dos recursos.

Da Redação.

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