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Boehringer Ingelheim lança a vacina PrevexxionTM RN no Brasil, que previne a Doença de Marek em aves de vida longa

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F. Silva
Por: F. Silva Fonte: Portal do Agronegócio
29/03/2022 às 18h17
Boehringer Ingelheim lança a vacina PrevexxionTM RN no Brasil, que previne a Doença de Marek em aves de vida longa

A divisão de Aves da Boehringer Ingelheim anunciou o lançamento da PrevexxionTM RN no Brasil, que combate Doença de Marek (MDV) em aves de vida longa como matrizes e poedeiras. A vacina pode ser considerada uma evolução das que já estão disponíveis no mercado, pois foi desenvolvida por um processo de atenuação inovador, que oferece equilíbrio entre segurança e eficácia comprovada. Outra vantagem é que pode ser combinada com outras vacinas vetorizadas, de HVT, como a Vaxxitek® HVT+ND, que previne as doenças de Marek e Gumboro, e a Newxxitek® HVT+ND, para as doenças de Newcastle e Marek. 

De acordo com Abílio Alessandri, diretor da área de Aves e Suínos da Boehringer Ingelheim, o lançamento da PrevexxionTM RN no Brasil chega para suprir uma necessidade do mercado de novas tecnologias para o combate à Doença de Marek, já que nas últimas décadas o vírus vem apresentando um aumento da patogenicidade: “Com o passar do tempo, é natural que um vírus se desenvolva e exija um aprimoramento das vacinas para combatê-lo. A PrevexxionTM RN pode ser considerada uma evolução de vacina para Doença de Marek, cujos testes mostraram alta eficácia e segurança”, diz. “Do ponto de vista de negócios, o lançamento nos posiciona ainda mais entre os líderes de mercado e evidencia nossa ambição de liderança em soluções para incubatório, bem como o primeiro passo de fortalecimento no segmento de postura comercial e reprodutoras pesadas.”. 

O desenvolvimento da PrevexxionTM RN foi realizado em duas etapas: primeiramente, houve a inserção de um fragmento de DNA denominado LTR no genoma do vírus de Marek virulento, que proporcionou alteração fenotípica para uma estirpe não oncogênica e eficiente contra o vírus. Em seguida, foi feita a combinação deste novo genoma criado com as sequências da estirpe vacinal Rispens CVI988, que permite a manutenção das características de segurança da estirpe ancestral e de proteção da estirpe RM1, o que proporciona o equilíbrio entre segurança e eficácia. 

Já a escolha da cepa utilizada na produção da solução foi feita após o teste de proteção chamado “Desafio T. King”, que usa múltiplas populações virais. O isolado ‘F’ foi identificado como o mais eficaz e com maior poder protetivo quando comparado às vacinas de referência, tornando-se assim parte da composição da vacina. 

 

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