
O povo estava ansioso. Barreiras e Luís Eduardo Magalhães, frente a frente, num jogo histórico. Mas… deu ruim! O que era para ser um espetáculo virou fiasco digno de novela mexicana – ou melhor, de série com várias temporadas.
Duas inaugurações depois – uma com Zito Barbosa, outra com Otoniel Teixeira – e nada de futebol. Sim, "dois prefeitos cortaram fita", discursaram, fizeram selfie, vídeos, mas esqueceram um pequeno detalhe: a bola precisa de campo para rolar e segurança para não pegar fogo.
A Federação Bahiana de Futebol (FBF), olhou para o estádio e disse: “Não, querido”. E não foi por pouco. O Corpo de Bombeiros e o 10º Batalhão ainda mandaram um ofício apontando problemas como a ausência de extintores. Isso mesmo? São aqueles objetos vermelhos que você encontra até no mercadinho do bairro? Parece que alguém achou que incêndio só acontece nos bastidores da política.
E a pergunta que não quer calar: que engenharia é essa? Ou melhor: que engenharia social é essa? A primeira inauguração foi tão prematura que nem a gestação de um elefante seria tão longa quanto a espera para a primeira partida oficial. Quase um ano depois e… nada!

Agora, nos preparemos para a Terceira Inauguração, talvez a Quarta, quem sabe até a Quinta Temporada. Vai ser igual série famosa: você assina, espera ansioso pelo próximo episódio, mas quando chega… é só suspense.
Moral da história: em Barreiras, a bola não rola, mas a tesoura para cortar fita nunca para de trabalhar.
Por Navalhada/Barreiras 40 Graus/Fotos: Jornal Nova Fronteira.