
A comercialização da soja tem encontrado entraves em várias regiões do país, especialmente no Rio Grande do Sul, onde os preços variam entre R$ 130,00 e R$ 140,00 por saca, dependendo da data de entrega. Em Panambi, o valor caiu para R$ 119,00. Já em Santa Catarina, além da comercialização, a armazenagem preocupa devido ao vazio sanitário da soja. No porto de São Francisco, a cotação é de R$ 135,04.
No Paraná, os preços variam conforme a praça: Paranaguá (R$ 135,57), Cascavel (R$ 119,62), Maringá (R$ 121,23), e Pato Branco (R$ 134,56), com oscilações pontuais. No Mato Grosso do Sul, a prioridade está na logística e na armazenagem. Em Dourados e Campo Grande, a soja spot é cotada a R$ 119,92, enquanto Chapadão do Sul apresenta o menor preço, R$ 108,69.
No cenário internacional, a Bolsa de Chicago segue com oscilações leves. Na quarta-feira (2), os contratos para julho e novembro ficaram entre US$ 10,27 e US$ 10,31 por bushel. A demanda global, especialmente da China, segue fraca, apesar de algum suporte vindo dos derivados. O óleo de soja subiu 1,3%, enquanto o farelo caiu 0,52%.
A valorização recente do óleo foi impulsionada por um pacote fiscal aprovado nos EUA, que beneficia os biocombustíveis. Ainda assim, a boa safra americana e os estoques elevados limitam altas mais expressivas no preço da soja.
Da redação do 40 Graus.