
A situação do Hospital Municipal Edsonnina Neves de Sousa realmente se tornou um grande impasse para a gestão de Barreiras. Sem os R$ 60 milhões do empréstimo, que foram barrados pela Justiça após uma ação movida pelas vereadoras Carmélia da Mata e Beza, a conclusão da obra parece incerta.
Além do problema financeiro, há também a questão da parceria público-privada (PPP), Se a Prefeitura não conseguir os recursos para continuar a obra, como ficará esse contrato?
Nos bastidores da política baiana, fala-se que o governador Jerônimo Rodrigues (PT), estaria disposto a assumir o hospital, o que poderia ser uma solução para o impasse. No entanto, isso depende de negociações políticas e de um acordo formal entre Estado e Município.

Outra possibilidade seria a entrega do hospital para a UFOB, o que foi cogitado à época da PPP, e que também precisaria de ajustes e garantias financeiras para a manutenção do equipamento de saúde.
Diante desse cenário, a pergunta que não quer calar é: qual será a saída do prefeito Otoniel Teixeira? Ele tentará um novo caminho para viabilizar os recursos, insistirá no empréstimo por outra via, ou deixará o hospital nas mãos do Estado ou da universidade?

A novela do hospital continua, e a população de Barreiras aguarda um desfecho concreto, assim como a situação da 3ª ponte, que já se arrasta por mais de dois anos, e que o povo não sabe do dinheiro e nem tem a ponte para usufruir - o prefeito Otoniel Teixeira afirmou na rádio Oeste FM, que logo após o carnaval a ponte começaria a ser construída - O povo está esperando prefeito!
E é por isso que eu digo: "E agora José?"
Da Redação do 40 Graus.