
Durante esta semana, a vereadora de Barreiras, Carmélia da Mata, conhecida como "A Voz do Povo Barreirense", realizou uma visita ao Centro Histórico e Cultural da cidade e manifestou preocupação com as condições precárias do local. Em sua avaliação, o espaço encontra-se abandonado, degradado e tem sido palco de conflitos e atos de vandalismo.
- O Centro Histórico de Barreiras é um importante ponto de encontro cultural, onde diversos artistas locais se apresentam em palcos montados a céu aberto, proporcionando lazer e entretenimento à população. Além disso, o local é cenário de histórias e memórias que fazem parte da identidade barreirense.
Um dos pontos levantados pela vereadora foi a inatividade da gestão municipal nos últimos oito anos, durante o governo do ex-prefeito Zito Barbosa. Segundo Carmélia, apesar das promessas de revitalização, nada foi efetivamente realizado. - "Houve uma espetacularização do tema, com a apresentação de maquetes nas redes sociais, tudo muito bonito, mas que nunca saiu do campo da teoria". Enquanto isso, o local continua sendo conhecido pelo histórico "Beco do Mijo", reflexo do abandono e da falta de infraestrutura.
Carmélia também ressaltou que inclusive houveram audiências públicas para debater a requalificação do Centro Histórico, mas os planos não passaram do campo da imaginação e das promessas não cumpridas.
Diante desse cenário, a vereadora levanta uma questão importante: "Se houve previsão de verba para a requalificação do Centro Histórico, onde ela foi aplicada?"
Por fim, a vereadora enfatizou que a história de Barreiras precisa ser respeitada. "Nosso Centro Histórico e Cultural, mesmo sem as melhorias necessárias, continua sendo frequentado por muitos barreirenses e turistas. Essa é uma prova de sua importância e do impacto que uma revitalização adequada poderia trazer para nossa cidade", afirmou.
Diante da situação, Carmélia da Mata segue reivindicando a requalificação do Centro Histórico de Barreiras, cobrando das autoridades competentes uma ação efetiva para recuperar e valorizar esse patrimônio tão significativo para a cidade.
Da Redação do 40 Graus.