
Os ex-ministros Abraham Weintraub, da Educação, e Ernesto Araújo, das Relações Exteriores, ambos demitidos do primeiro escalão após a perda de poder da ala ideológica no governo, engrossaram o discurso crítico à aliança de Bolsonaro com legendas do Centrão e se colocam como alternativa à direita do presidente. Ambos almejam disputar as próximas eleições, sem, contudo, encontrar legenda que queira abrigar suas candidaturas, até o momento.
Weintraub completa cinco dias no Brasil, onde deve permanecer até o dia 20, e promove uma espécie de rodada de conversas por cidades do interior de São Paulo. O ex-ministro da Educação, que integra hoje a diretoria do Banco Mundial, foi recebido no aeroporto de Guarulhos por um pequeno grupo de amigos que o saudaram com gritos de “o governador chegou!”. O ex-auxiliar de Bolsonaro deseja disputar o Palácio dos Bandeirantes, cargo para o qual o presidente lançou o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas.