
Hoje deparei-me com um comentário do excelentíssimo presidente da República, o senhor Jair Messias Bolsonaro. - Novidade!.... E neste o líder da nação brasileira afirmava que jamais iria exigir um passaporte sanitário para qualquer cidadão, ou mesmo fechar algum botequim.
O que me causa estranheza não é o fato da 'Excelência Omissa' não exigir o passaporte, tampouco 'lançar mão' de uma medida restritiva visando conter a disseminação pela do Vírus, até porque, mesmo quando estava morrendo muita gente, ele assim não o fez. O que me causa estranheza é o fato dele 'passar a bola', jogar o 'abacaxi espinhoso', a 'batata quente', nas mãos de prefeitos e governadores. - Isso em véspera de eleições. E com essa batata e essse abacaxi, também vai um protagonismo nas eleições de 2022.
Causou muita estranheza e revolta em seguidores do Presidente, quando um ministro do Supremo mencionou em algum lugar da América do Sul, que no Brasil vive-se um semipresidencialismo. - Mas o que vivemos se o próprio presidente não é o ator principal desta novela? Mais parece uma Rainha da Inglaterra, ocupa o cargo, mas não tem atitudes e tampouco exerce os poderes que lhes são inerentes.
Dito isto, porque o que um governante faz é governar; toma decisões, certas ou erradas, mas está sempre ao lado do seu povo, e se for preciso, até se contamina, como o Presisdente se contaminou. - Um líder de verdade vai para a guerra com os seus soldados. Mas como o povo prefere chamá-lo de mito, ficamos sem as duas coisas.
Estamos tão carentes de mitos e líderes, que abraçamos qualquer coisa. Mas enfim..., '2022 está batendo na porta', assim como muitos políticos baterão nas portas dos eleitores. E como quem decide uma eleição é a 'grande massa', o povão da massa, espera-se mudanças. - Abram os olhos, pois no sistema democrático, quem decide os rumos da nação, não é a unanimidade, mas apenas a maioria, e a maioria ainda é a plebe.
Por Fred 40 Graus.