
A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) reagiu às declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), feitas no último sábado (23), durante evento na Fiocruz. Na ocasião, o petista afirmou que, “se dependesse da Alerj”, o governador do estado poderia ser “um miliciano”.
Atualmente, o comando do Palácio Guanabara está nas mãos do desembargador Ricardo Couto, presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ). Ele assumiu o cargo após a renúncia do ex-governador Claudio Castro (PL).
A mudança ocorreu porque o estado está sem vice-governador desde que Thiago Pampolha deixou o posto para assumir vaga no TCE-RJ. Já o presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, está afastado por decisão do STF.
Em nota oficial, a Alerj afirmou que “respeita as instituições da República e espera o mesmo respeito por parte de todas as autoridades do país, inclusive do Presidente da República”.
A Casa também classificou como “inaceitável” qualquer tentativa de “generalizar ou criminalizar o Parlamento fluminense e seus representantes eleitos pelo povo do Rio de Janeiro”.
Da Redação...