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CPMI do INSS retoma oitivas nesta segunda-feira e pode ouvir presidente da Dataprev

Comissão investiga esquema de descontos em aposentadorias e pensões e discute possível prorrogação dos trabalhos.

09/03/2026 09h54
Por: F. Silva Fonte: Com informações do Metro1
CPMI do INSS retoma oitivas nesta segunda-feira e pode ouvir presidente da Dataprev

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS se reúne nesta segunda-feira (9) para dar continuidade às oitivas que investigam o esquema de descontos irregulares em aposentadorias e pensões. Entre os nomes aguardados para prestar esclarecimentos está o presidente da Dataprev, Rodrigo Ortiz D’Avila Assumpção.

Também estão previstos os depoimentos da presidente do Banco Crefisa, Leila Pereira, e do CEO do Banco C6 Consignado, Artur Ildefonso Brotto Azevedo, embora ainda não haja confirmação sobre quais deles comparecerão à sessão.

O depoimento de Rodrigo Assumpção estava inicialmente marcado para quinta-feira (5), mas foi adiado em razão de problemas de saúde do relator da comissão, o deputado Alfredo Gaspar (União-AL). A oitiva foi remarcada para esta segunda-feira (9). No entanto, a Dataprev solicitou novo adiamento, alegando que o presidente da empresa precisa realizar exames médicos e cumprir uma viagem internacional.

Mesmo diante do pedido, integrantes da comissão defendem a manutenção da convocação. O requerimento do senador Marcos Rogério (PL-RO) aponta a necessidade do depoimento diante de indícios de “falhas de governança e vulnerabilidades que impactaram diretamente o funcionamento do INSS”.

A CPMI do INSS também enfrenta a proximidade do encerramento de seus trabalhos, previsto para o dia 28 de março. Por isso, parlamentares pressionam o presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União-AP), pela prorrogação do prazo da comissão.

O presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), informou que pretende se reunir na terça-feira (10) com Davi Alcolumbre para tratar da possibilidade de extensão dos trabalhos. Caso não haja uma resposta favorável, ele não descarta recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para garantir a continuidade das investigações.

Da Redação.

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