Dados recentes da pesquisa Vigitel 2025, realizada pelo Ministério da Saúde, mostram que a obesidade no Brasil avançou de forma acelerada nas últimas duas décadas. Entre 2006 e 2024, a proporção de adultos com obesidade — definida por um Índice de Massa Corporal (IMC) igual ou acima de 30 kg/m² — cresceu 118%, alcançando atualmente 25,7% da população adulta nas capitais brasileiras e no Distrito Federal, ou seja, cerca de um em cada quatro adultos.
Quando o recorte considera o sobrepeso (IMC acima de 25 kg/m²), o cenário se agrava: 62,6% dos adultos entrevistados estão acima do peso, atingindo assim a maioria da população adulta.
Além disso, dados de 2025 do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional, com base em atendimentos na atenção primária do SUS, apontam índices ainda maiores entre adultos atendidos pelo sistema público de saúde: 36,3% tinham obesidade e 70,9% apresentavam sobrepeso.
O levantamento por capitais revela disparidades regionais importantes. No ranking, Recife (PE) lidera com 47,17% de obesidade e 77,44% com sobrepeso, seguido por Porto Alegre (RS) com 44,11% de obesidade e 74,9% com sobrepeso entre adultos.
Por outro lado, as menores prevalências foram observadas em Palmas (TO), com 29,31% de obesidade e 64,77% com sobrepeso, e em São Luís (MA), com 30,35% de obesidade e 68,03% com sobrepeso.
Especialistas alertam que o crescimento contínuo da obesidade eleva o risco de doenças crônicas, como diabetes, hipertensão e problemas cardiovasculares, e pode pressionar ainda mais o sistema público de saúde brasileiro. O fenômeno é atribuído a mudanças nos hábitos alimentares, maior consumo de alimentos ultraprocessados, sedentarismo e outros fatores de estilo de vida.
Este panorama reforça a necessidade de políticas públicas focadas na promoção de alimentação saudável, incentivo à atividade física e atenção integral à saúde da população.
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