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Tratamento com corrente elétrica no cérebro: Bolsonaro pede autorização ao STF para fazer o tjratamento Contra Ansiedade, Insônia e Crises de Soluço

Defesa afirma que técnica pode melhorar soluços, sono, ansiedade e depressão

F. Silva
Por: F. Silva Fonte: Com informações do BNews
21/02/2026 às 22h05 Atualizada em 21/02/2026 às 23h26
Tratamento com corrente elétrica no cérebro: Bolsonaro pede autorização ao STF para fazer o tjratamento Contra Ansiedade, Insônia e Crises de Soluço

De acordo com documento anexado ao pedido, o médico Ricardo Caiado explica que a técnica terapêutica promove a “regulação funcional da atividade neurofisiológica central”, atuando diretamente sobre áreas do cérebro ligadas à regulação emocional, atenção e sono.

O laudo aponta que, durante a aplicação anterior do método, foi possível observar melhoras perceptíveis nos parâmetros gerais de saúde, especialmente na qualidade do sono, na redução da ansiedade e depressão, além da diminuição das crises de soluço.

Como funciona o tratamento CES

O Estímulo Elétrico Craniano (CES) é um procedimento não invasivo, que utiliza correntes elétricas de baixa intensidade aplicadas ao cérebro por meio de eletrodos posicionados nos lóbulos das orelhas. O paciente permanece em repouso consciente durante a sessão.

Cada aplicação dura entre 50 minutos e 1 hora. No caso de Bolsonaro, a defesa solicita que o tratamento seja realizado três vezes por semana, preferencialmente ao final do dia, em horário próximo ao repouso noturno.

Objetivos do protocolo terapêutico

Segundo o laudo médico, a corrente elétrica de baixa intensidade promove a modulação do tônus autonômico, atuando sobre regiões corticais e subcorticais relacionadas à regulação emocional e fisiológica.

O protocolo tem como foco principal a melhora dos seguintes sintomas:

  • Ansiedade;

  • Distúrbios do sono (insônia);

  • Estresse;

  • Irritabilidade;

  • Sintomas neurovegetativos, como soluço funcional de provável origem autonômica.

A decisão sobre a autorização do tratamento caberá ao ministro do STF responsável pelo caso.

Da Redação do 40 Graus.

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