Conor McGregor voltou a movimentar o noticiário internacional ao anunciar que pretende buscar um feito inédito no UFC: conquistar cinturões em três categorias diferentes. Ex-detentor dos títulos peso-pena (66 kg) e peso-leve (70 kg), o irlandês mira agora o cinturão dos meio-médios (77 kg), atualmente em posse de Islam Makhachev.
O plano de McGregor envolve sua participação no histórico card previsto para junho, na Casa Branca — evento que, por si só, simboliza a aproximação entre política, diplomacia e entretenimento esportivo. A possível presença do astro representa um ativo estratégico para o UFC, que busca ampliar sua influência em grandes centros de poder.
Segundo McGregor, o contato oficial do UFC deve ocorrer em breve. Enquanto isso, ele afirma manter rotina intensa de treinamentos e garante estar “automotivado” para disputar o novo cinturão.
“Quero a chance nos meio-médios. Seria uma guerra. Ele (Makhachev) teve coragem de subir de categoria. Estou empolgado”, disse ao Bloody Elbow.
O irlandês também elogiou a vitória de Makhachev sobre Jack Della Maddalena pelo UFC 322, quando o russo conquistou o título atuando acima de sua divisão habitual — movimento que, aos olhos de McGregor, reforça o interesse em um duelo canhoto contra canhoto.
McGregor tornou-se peça central no tabuleiro global do MMA ao redefinir a relação entre marketing, performance e presença midiática. Sua busca pela “tríplice coroa” não é apenas esportiva: envolve reposicionamento de imagem e influência em um momento em que o UFC expande eventos para espaços de alta visibilidade política, como a Casa Branca.
A possibilidade do confronto contra Makhachev adiciona um componente simbólico — o choque entre um ícone ocidental de entretenimento esportivo e um atleta russo, representante de uma potência crescente no MMA internacional.
Apesar do histórico de conquistas, McGregor vive fase irregular. Desde 2018, somou apenas uma vitória em quatro lutas, enfrentando lesões, instabilidades e problemas extrarrelacionados ao octógono. Mesmo assim, seu potencial de gerar audiência sustenta relevância estratégica, tornando uma disputa pelo cinturão dos 77 kg um cenário comercialmente atraente.
Se confirmada, a luta representará:
um marco esportivo: possível primeiro atleta da história do UFC com títulos em três categorias;
um marco político-midiático: presença no primeiro grande card realizado na Casa Branca;
um divisor de águas na carreira: chance de McGregor redefinir sua trajetória após anos de desafios.
Da Redação.
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