O presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Rodrigo Bacellar (União Brasil), foi preso nesta quarta-feira (3/12) pela Polícia Federal no âmbito da Operação Unha e Carne, deflagrada para investigar o vazamento de informações sigilosas relacionadas à Operação Zargun.
Segundo a PF, há provas robustas de que Bacellar teria tido acesso privilegiado a dados internos da investigação e repassado o conteúdo a terceiros. A suspeita é de que o vazamento possa ter impactado o andamento das apurações, que miravam a atuação de lideranças do Comando Vermelho (CV) e sua possível ligação com agentes políticos do Estado.
A operação também prendeu o deputado estadual Thiego Raimundo dos Santos Silva, o TH Joias (sem partido), acusado de envolvimento no esquema.
Advogado, Bacellar foi secretário de Estado no governo do Rio e se elegeu deputado estadual pela primeira vez em 2018, pelo Solidariedade, com 26.135 votos.
Em 2022, ampliou sua votação para 97.822 votos, garantindo o segundo mandato, dessa vez pelo PL. Já em 2025, alcançou o posto de presidente da Alerj, eleito de forma unânime, consolidando-se como um dos nomes mais influentes do parlamento fluminense.
Com a prisão, Bacellar torna-se o segundo presidente da Alerj detido enquanto exercia o cargo. O primeiro foi Jorge Picciani, preso em 2017 durante a Operação Cadeia Velha.
Fonte: Portal Metrópoles.
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