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Menina de 4 anos é encontrada enterrada na varanda de casa; pai e madrasta são presos em Guarulhos

Casal é acusado de ocultar o corpo e a madrasta teria confessado ter matado a criança após ela “fazer xixi na cama”, segundo BO.

03/12/2025 10h15
Por: F. Silva Fonte: Com informações do Portal Meio Norte
Menina de 4 anos é encontrada enterrada na varanda de casa; pai e madrasta são presos em Guarulhos

O corpo de Emanuelly Lourenço Silva Souza, de 4 anos, foi encontrado enterrado na varanda interna da casa onde morava com o pai e a madrasta, na Avenida Marginal Norte Direita, no Parque Jandaia, em Guarulhos (SP). O casal foi preso na noite de quinta-feira (27), após acionamento do Conselho Tutelar.

A Polícia Militar foi chamada depois que a mãe da criança procurou o Conselho Tutelar relatando que desconhecia o paradeiro dos três filhos e que já havia suspeitas de agressões por parte do pai, Lucas Silva Souza, de 29 anos. Segundo o boletim de ocorrência, os filhos estavam sob os cuidados de Lucas havia cerca de dois anos, período em que a mãe realizava um tratamento médico.

Ela informou que um dos filhos já havia sido agredido por Lucas e temia que Emanuelly e outro menino, de 6 anos, estivessem passando pela mesma situação.

Ao chegar ao endereço, o Conselho Tutelar encontrou a madrasta, Manoela Cristina César, de 34 anos, que apresentou informações contraditórias sobre o paradeiro de Emanuelly. A equipe retornou mais tarde e conversou com Lucas, que também deu versões inconsistentes.

Ainda conforme o BO, Lucas acabou relatando informalmente ao Conselho Tutelar que, em 15 de setembro, havia saído para trabalhar e deixado Emanuelly sob os cuidados de Manoela. Segundo ele, ao voltar para casa, encontrou a filha morta no sofá. Manoela teria dito que “a menina fez xixi na cama” e que ela própria “matou a criança”.

O boletim registra ainda que Lucas possui antecedentes por maus-tratos contra outro filho, além de lesão corporal, ameaça e injúria contra a mãe das crianças.

A Polícia Civil enquadrou o caso como homicídio qualificado e destruição, subtração ou ocultação de cadáver. A prisão foi efetuada em flagrante pelo crime permanente de ocultação do corpo. Já o homicídio, por ter ocorrido em setembro, resultou apenas em indiciamento, sem possibilidade de flagrante.

Com informações do g1.

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