O ex-presidente Jair Bolsonaro afirmou ter tido uma “certa paranoia” devido a medicamentos durante a audiência de custódia realizada neste domingo (23), em Brasília. A sessão, conduzida por videoconferência às 12h, foi presidida por um juiz auxiliar.
Apesar disso, o ex-chefe do Executivo seguirá preso até que os ministros da Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) decidam sobre a manutenção da prisão. A análise está marcada para esta segunda-feira (24), em plenário virtual, entre 8h e 20h.
Durante a audiência, Bolsonaro não apontou “qualquer abuso ou irregularidade por parte das autoridades policiais” responsáveis pelo cumprimento do mandado de prisão.”
Apesar de ter admitido que mexeu na tornozeleira, o ex-presidente pontuou que “não tinha qualquer intenção de fuga e que não houve rompimento da cinta [da tornozeleira].”
Segundo Bolsonaro, ele estava com uma “alucinação” de que tinha alguma escuta na tornozeleira, e por isso tentava abrir a tampa “com um ferro de soldar.”
Ele também afirmou que começou a mexer com a tornozeleira tarde da noite e “parou por volta de meia-noite.”
O documento destaca que, “diante de todo o exposto, inexistindo requerimentos que reclamem decisão por parte desta juíza auxiliar”, e considerando que o custodiado afirmou “não ter havido qualquer abuso ou irregularidade por parte dos policiais”, além do “cumprimento das formalidades legais e regulamentares, a juíza auxiliar decidiu homologar o cumprimento do mandado de prisão.
O ex-presidente Jair Bolsonaro foi preso na manhã deste sábado (22) em Brasília. A decisão ainda não marca o início do cumprimento da pena de reclusão.
Segundo uma fonte da PF, a prisão de Bolsonaro é preventiva e não tem relação direta com a condenação a 27 anos e 3 meses de prisão que o STF impôs em setembro a ele de prisão em regime fechado por liderar uma organização criminosa em uma tentativa de golpe de Estado para se perpetuar no governo.
Bolsonaro foi levado para a Superintendência da Polícia Federal, onde ficará em uma sala de Estado, espaço reservado para autoridades como presidentes da República e outras altas figuras públicas.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-presidente Michel Temer também ficaram detidos em salas da PF.
Vídeo divulgado pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (SEAP) mostra o estado da tornozeleira eletrônica de Jair Bolsonaro.
Segundo relatório feito pela Polícia Federal, o dispositivo possuía sinais de avaria e marcas de queimadura: “havia marcas de queimadura em toda sua circunferência, no local do encaixe/fechamento do case”.
Em resposta, o ex-presidente informou que recorreu a ferro de solda para tentar abrir o equipamento.
Matéria do Portal R7.
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