Cerca de 120 pessoas ficaram feridas em protestos na Cidade do México, segundo autoridades locais. A mobilização aconteceu neste sábado (15), sob o lema da Geração Z, com reivindicações de segurança e justiça.
As marchas, iniciadas no Ângel de la Independencia, reuniram milhares de participantes e seguiram até o Zócalo, praça central da capital. Um grupo encapuzado do protesto — identificado como “bloco negro” — derrubou vallas metálicas que protegiam o Palácio Nacional, gerando confronto com a polícia.
A resposta das forças de segurança incluiu uso de gás lacrimogêneo e extintores de incêndio. O secretário de Segurança da Cidade do México, Pablo Vázquez, informou que mais de cem policiais ficaram feridos — ao menos 40 foram hospitalizados — e também 20 civis se machucaram.
Além disso, 20 manifestantes foram detidos sob acusações de roubo e agressão. O governo afirmou que parte do protesto foi financiado por grupos de direita e questionou a legitimidade do movimento.
O estopim das manifestações foi o assassinato do prefeito de Uruapan, Carlos Manzo, ocorrido em 1º de novembro. Manzo era crítico ao crime organizado e tornou-se símbolo da insatisfação popular com a violência.
Críticos do governo acusam Claudia Sheinbaum de fracasso no combate à criminalidade, o que levou jovens e outros setores da sociedade a se unir nas ruas. Movimentos pedem uma resposta mais firme à insegurança e à corrupção.
Com informações do Portal Metro1.
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