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Justiça mantém prisão de prefeito acusado de matar policial militar em vaquejada no Marnahão

Pedido de revogação da prisão preventiva foi feito pela defesa de João Vitor Xavier. Decisão é do juiz Luiz Emilio Braúna Bittencourt Júnior, titular da 2ª Vara da Comarca de Pedreiras.

F. Silva
Por: F. Silva Fonte: Com informações do Portal Meio Norte
27/08/2025 às 15h12 Atualizada em 27/08/2025 às 16h10
Justiça mantém prisão de prefeito acusado de matar policial militar em vaquejada no Marnahão

A Justiça do Maranhão decidiu manter a prisão preventiva do prefeito de Igarapé Grande, João Vitor Xavier (PDT), acusado de assassinar o policial militar Geidson Thiago da Silva em Trizidela do Vale, em julho deste ano.

A decisão foi divulgada nesta quarta-feira (26) pelo juiz Luiz Emílio Braúna Bittencourt Júnior, titular da 2ª Vara da Comarca de Pedreiras. João Vitor está preso desde 15 de julho, quando se apresentou à polícia.

A defesa do prefeito havia solicitado a revogação da prisão, alegando que ele é réu primário, possui residência fixa, bons antecedentes e está licenciado do cargo por 120 dias, o que afastaria qualquer risco à ordem pública.

O magistrado, no entanto, negou o pedido. Em sua decisão, destacou a gravidade do crime e afirmou que os bons antecedentes do prefeito não afastam os fundamentos que justificam a prisão preventiva. O Ministério Público do Maranhão (MP-MA) também se manifestou contra a soltura.

Além disso, o juiz determinou a retirada de postagens nas redes sociais que não têm relação com o caso e possam ofender a vítima, em cumprimento à Lei Mariana Ferrer (Lei 14.245/2021). As partes foram intimadas, e o MP deverá se pronunciar sobre o pedido de assistente de acusação em até cinco dias.

João Vitor segue de licença médica de 125 dias, mas continua recebendo o salário de R$ 13.256,08, valor aprovado pela Câmara Municipal de Igarapé Grande.

Da redação do 40 Graus.

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