A defesa do ex-jogador de basquete Igor Eduardo Pereira Cabral, de 29 anos, solicitou à Justiça que ele seja mantido em cela isolada, alegando riscos à integridade física do acusado.
Igor foi preso em flagrante no último sábado (27) após agredir brutalmente sua namorada, Juliana Garcia dos Santos Soares, de 35 anos, com 61 socos no rosto dentro de um elevador em um condomínio de luxo em Natal (RN). O crime foi registrado por câmeras de segurança e causou forte comoção nacional.
Atualmente, o ex-atleta está detido na Central de Recebimento e Triagem (CRT), de Parnamirim, onde divide uma cela conhecida como "cela de seguro" com outros seis detentos.
A Secretaria de Administração Penitenciária do Rio Grande do Norte (Seap-RN), informou que ele deve ser transferido para uma unidade prisional definitiva até o fim desta semana ou início da próxima.
A defesa justifica o pedido de isolamento com base em ameaças sofridas por Igor, inclusive supostamente feitas por integrantes da facção criminosa “Sindicato do Crime”. A Justiça determinou que a Seap-RN tem 48 horas para informar as medidas adotadas para garantir a segurança do preso.
Em nota pública divulgada nesta quarta-feira (31), familiares de Igor Eduardo repudiaram o crime e afirmaram não ter "qualquer responsabilidade pelos atos cometidos" pelo ex-jogador. Eles também denunciaram que endereços ligados à família foram compartilhados nas redes sociais, resultando em pichações e ameaças contra um imóvel de uso comercial.
Segundo a Seap-RN, a CRT é uma unidade padrão para a entrada de novos detentos no sistema prisional. Durante esse período inicial, os presos passam por avaliações médicas, psicológicas, sociais e de comportamento. “O preso passa por uma Comissão Técnica de Classificação, equipe multidisciplinar formada por policiais penais, psicólogos e equipe de saúde prisional completa”, informou a pasta.
O objetivo dessa triagem é identificar a condição de saúde, grau de periculosidade e possíveis dificuldades de convivência do detento com outros internos.
A secretaria também esclareceu que celas coletivas normais comportam no mínimo dez pessoas, enquanto a onde Igor está possui menor ocupação justamente por ser voltada a presos em condição de risco.
Com informações do Portal Meio Norte.
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