
O Supremo Tribunal Federal (STF), elaborou um plano especial de segurança para o julgamento da Primeira Turma, que decidirá se recebe a denúncia contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outras sete pessoas pela trama golpista de 2022.
Diante do julgamento de alta repercussão e das ameaças constantes aos ministros, o STF adotou um esquema rígido de controle. Entre as principais medidas estão:
Desde o atentado a bomba em novembro de 2024, o Supremo tem endurecido suas diretrizes de segurança. O nível das restrições é definido pela Secretaria de Polícia Judicial, que realiza análises de risco constantes.
O tribunal conta com mais de 300 câmeras de videomonitoramento, integradas a um banco de dados que armazena imagens de indivíduos considerados ameaças ao STF. O Circuito Fechado de Televisão (CFTV), permite o cruzamento dessas informações com as imagens em tempo real, possibilitando ações preventivas da polícia judicial.
A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal também atuará no reforço do policiamento nos arredores do Supremo.
A Primeira Turma do STF se reunirá na terça-feira (25), para analisar a denúncia da PGR (Procuradoria-Geral da República). Os ministros avaliarão a existência de indícios de autoria e materialidade dos crimes. Caso a denúncia seja aceita, Bolsonaro e os demais acusados se tornarão réus e passarão a responder a ações penais no Supremo.
A denúncia foi dividida em cinco processos distintos, e o primeiro julgamento envolverá o núcleo central da suposta trama golpista. Além de Bolsonaro, os acusados são:
A sessão deverá ser concluída até a manhã de quarta-feira (26), definindo o futuro dos investigados no caso.
Da Redação do 40 Graus.