
O especialista explica que a mão-de-obra capacitada é essencial para a correta e rápida avaliação de animais com sintomas de distúrbios sanitários. "Esse trabalho custa caro para a fazenda. Além disso, tira o animal doente do sistema produtivo. Esses dois fatores combinados têm como consequência a redução da produtividade da fazenda e, dependendo do caso, pode impactar diretamente na rentabilidade do projeto pecuário."
Nesta época do ano – com temperaturas elevadas, umidade excessiva e chuvas na maior parte do país –, os cuidados com as infecções em bovinos merecem atenção ainda maior. Afinal, essas condições favorecem a incidência desse tipo de problema sanitário, comprometendo o ganho de peso e aumentando os índices de mortalidade especialmente de animais jovens devido a casos de diarreia, por exemplo.
"A diarreia pode parecer um problema simples, mas se não tratada corretamente causa retardo do crescimento dos bezerros e até mortes. Quando isso acontece, o prejuízo é devastador, considerando que um bezerro custa, em média, R$ 3 mil. Por isso, soluções de fácil manejo e eficazes proporcionam tranquilidade aos pecuaristas", salienta Antônio Coutinho.