A Justiça do Trabalho da Argentina suspendeu nesta quarta-feira (3/1), os efeitos da reforma trabalhista decretada pelo presidente Javier Milei.
As medidas foram publicadas em um “decretaço” assinado pelo chefe do Executivo do país poucos dias depois de tomar posse.
As mudanças na legislação trabalhista argentina geraram polêmica no país e foram contestadas por sindicatos como a Confederação Geral do Trabalho (CGT), o maior da Argentina.
Entre os pontos que tiveram seus efeitos suspensos pela Justiça, estão a mudança no período de experiência para 8 meses, a participação em manifestações como motivo legal para demissões e alterações no sistema de indenizações dos profissionais que saem de uma empresa.
Do Metrópoles.