O presidente do Solidariedade, Paulo Pereira da Silva, disse que o ex-senador Telmário Mota, preso na terça-feira (31), sob a suspeita de mandar matar a mãe de uma das filhas, os “poupou de ter de expulsá-lo”. As informações são da coluna de Roseann Kennedy no Estadão.
“Antes de ter esse escândalo, Telmário queria ficar com o partido lá em Roraima e a gente não deu. Eu não sabia dessa suspeita contra ele [...] então, se ele não tivesse saído, com certeza a gente iria expulsá-lo. Tudo leva a crer que ele tem culpa no cartório”, disse Paulo à coluna.
O pedido para deixar a legenda aconteceu dias após o assassinato de Antônia Araújo Souza no dia 29 de setembro. Ela havia denunciado o ex-snador por ter assediado a filha deles, uma adolescente de 17 anos. Ela iria ser ouvida pela Polícia Civil no dia 2 de outubro.
Do Metro1.