Um dia após Israel sofrer o pior ataque em 50 anos e revidar com bombardeios na Faixa de Gaza, o número de mortos nos dois lados aumentou para 663 neste domingo (8), de acordo com autoridades.
Novas explosões foram registradas, e o premiê israelense, Binyamin Netanyahu, anunciou a retirada de milhares de pessoas que moram próximas do território controlado pelo grupo extremista Hamas.
Em Gaza, ao menos 313 pessoas, incluindo 20 crianças, foram mortas nas ações israelenses. Outras 2.000 ficaram feridas, de acordo com o ministério da Saúde palestino. Em Israel, o número de mortes chegou a 350 e o de feridos, a 2.048. Mais sete pessoas morreram na Cisjordânia.
Cerca de mil combatentes do Hamas, facção que controla a Faixa de Gaza, se infiltraram por terra, mar e ar em solo vizinho no sábado (7).
A ação sem precedentes, foi acompanhada dos disparos de milhares de mísseis contra Israel. Neste domingo, após Netanyahu declarar guerra, o conflito alastrou-se: militares israelenses relataram que mais morteiros foram disparados do Líbano contra o norte do país.
Do Notícias ao Minuto.
O grupo armado Hizbullah assumiu a a