O mercado físico brasileiro de café deve iniciar a semana com negócios mais lentos, com o dólar caindo frente ao real, o que deve manter os produtores mais cautelosos para realizar negócios voltados à exportação. A Bolsa de Nova York (ICE Futures US) também opera com preços mais baixos, o que pode vir a pressionar as cotações domésticas do café.
Na sexta-feira (27), o mercado físico de café registrou preços mais altos. Segundo informações da Consultoria SAFRAS & Mercado, apesar da volatilidade em Nova York, os contratos futuros acabaram se firmando mais uma vez em território positivo, refletindo nas bases domésticas, aumentando o interesse principalmente do lado dos produtores. Com isso, saíram alguns lotes, conforme a região.
No sul de Minas Gerais, o café arábica bebida boa com 15% de catação ficou em R$ 1.085,00/1.100,00 a saca, ante R$ 1.075,00/1.090,00 a saca na quinta-feira. No cerrado mineiro, arábica bebida dura com 15% de catação teve preço de R$ 1.090,00/1.110,00 a saca, ante R$ 1.080,00/1.095,00 a saca.
Já o café arábica “rio” tipo 7 na Zona da Mata de Minas Gerais, com 20% de catação, teve preço de R$ 930,00/950,00 a saca, contra R$ 920,00/940,00 a saca.
O conilon tipo 7 em Vitória, Espírito Santo, ficou em R$ 695,00/710,00 a saca, estável, com pouca oferta e pouco interesse do comprador.
Do Portal Agrolink.