Agronegócio Soja
Inscrições do Desafio Nacional de Máxima Produtividade de Soja do CESB vão até dia 31 de janeiro
Todos os participantes serão contemplados com um ano de acesso gratuito ao software de agricultura de precisão e monitoramento SKYFLD®.
18/01/2023 13h04
Por: F. Silva Fonte: Portal do Agronegócio

O mês de janeiro de 2023 entrará para a história do agronegócio brasileiro. Isso porque até o dia 31, o Comitê Estratégico Soja Brasil (CESB) receberá as últimas inscrições da 15ª Edição do Desafio Nacional de Máxima Produtividade de Soja. 

A iniciativa se consolidou, ao longo dos anos, como uma das principais ações da sojicultora nacional, por apresentar impactantes tendências e estimular os mais altos índices produtivos com sustentabilidade, sem extensão da área agrícola. 

A grande novidade deste ano é que todos os participantes serão contemplados com um ano de acesso gratuito ao software de agricultura de precisão e monitoramento SKYFLD®, que deverá fornecer uma infraestrutura para acompanhamento digital das áreas inscritas no Desafio, planejamento e documentação das atividades de campo, além de outras funcionalidades e soluções digitais que visam otimizar a produtividade.

De acordo com o gerente Global de SKYFLD®, André Salvador, a parceria com o CESB propiciará que, de forma ágil e precisa, um número maior de sojicultores monitorem suas lavouras, planejem suas atividades semanais e compartilhem informações com sua equipe de confiança. “O SKYFLD® fornece uma infraestrutura digital para gerenciar talhões, planejar e documentar atividades de campo, além de permitir uma comunicação direta e segura, orientada por dados e com alto nível de confiabilidade e transparência”.

Leonardo Sologuren, presidente do CESB, destaca que esta solução é mais um exemplo de que o CESB não mede esforços para apoiar as boas práticas agrícolas, incentivando o equilíbrio entre os elevados índices produtivos e a sustentabilidade. “A consistente e sólida análise de dados é fundamental para superar as adversidades diárias do campo e também para preservar o ecossistema”, observa.

Do Portal do Agronegócio.