O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) e o procurador geral da República, Augusto Aras, seguem em silêncio 48 horas após Jair Bolsonaro (PL), repetir acusações contra as urnas eletrônicas, tentar desacreditar o sistema eleitoral e atacar ministros do STF (Supremo Tribunal Federal).
Recorrentes, as falas golpistas do presidente desta vez vieram carregadas de agravantes: foram feitas a embaixadores convidados pelo governo na residência oficial, constou da agenda oficial da Presidência e teve transmissão ao vivo pela TV estatal -tudo às vésperas do início da campanha.
Desde então, diversas entidades e autoridades já se pronunciaram para rebater Bolsonaro. Movimentos sociais avaliam retomar atos contra o presidente.
Do Notícias ao Minuto.