O gesto de fazer o “L” está ultrapassando as fronteiras do Brasil e ganhando projeção internacional. Associado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o símbolo começa a ser incorporado por movimentos e lideranças da esquerda mundial, especialmente na América Latina e na Europa.
No Brasil, fazer o “L” representa apoio a Lula e identificação com seu projeto político. Entretanto, o gesto vem adquirindo novos significados no cenário internacional, passando a simbolizar luta, liberdade, resistência, esperança e perseverança.
A reeleição de Lula, após vencer Flávio Bolsonaro no segundo turno das eleições de 2026, fortaleceu esse movimento. A vitória, com 51,79% dos votos válidos, foi interpretada por setores progressistas internacionais como um sinal de resistência ao avanço da extrema-direita.
Na Espanha, lideranças políticas já reproduzem o gesto em manifestações públicas. No México, a presidente Claudia Sheinbaum também fez o “L” ao parabenizar Lula. Na França e em outros países, movimentos progressistas observam a experiência brasileira como referência de mobilização popular e estratégia eleitoral.
Nos Estados Unidos, ativistas progressistas também começam a utilizar referências à mobilização brasileira em suas ações políticas, associando a experiência de Lula à defesa da democracia e ao enfrentamento da direita radical.
Mais do que uma simples manifestação de apoio a um presidente, o “L” começa a representar uma mensagem política que ultrapassa idiomas e nacionalidades. Para seus adeptos, é a expressão de que a transformação social continua possível por meio da organização popular e da participação democrática.
O Brasil, nesse contexto, volta a ocupar espaço de destaque no debate político internacional. E o “L” de Lula, agora reproduzido em diferentes partes do mundo, ganha força como símbolo de uma esquerda que busca renovar suas estratégias e recuperar a esperança de novas conquistas.
Da Redação...