A defesa de Jair Bolsonaro se manifestou neste sábado (27), sobre o pedido do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, para que a Procuradoria-Geral da República (PGR), avalie se a apreensão de uma arma de fogo pode impactar o cumprimento da prisão domiciliar do ex-presidente.
A arma foi apreendida na última segunda-feira (15), durante uma blitz da Polícia Militar no Distrito Federal, com um militar do Exército. O armamento, segundo a defesa, pertence a Bolsonaro.
Em nota, os advogados afirmaram que se trata de uma arma regularmente registrada e que, antes da condenação e da prisão do ex-presidente, já permanecia na residência de forma lícita. A defesa também negou que o caso configure grave infração prevista na Lei de Execuções Penais, como mencionado por Moraes.
Da Redação.