No longa, ambientado durante a ditadura de 1977, Moura interpreta um cientista perseguido pelo governo — papel que lhe rendeu prêmio no Festival de Cannes e uma indicação ao Oscar, feito ainda pouco comum entre artistas brasileiros.
Na lista da Time, o ator aparece na categoria “ícones”, ao lado de nomes como Ethan Hawke e Victoria Beckham.
Além do sucesso nas telas, Wagner Moura também chama a atenção por suas posições políticas diretas. Em entrevista à revista, afirmou: “Eu sou muito franco. Eu falo o que penso. Não tenho medo”.
Com mais de duas décadas de carreira, o ator já era consagrado no Brasil e ganhou projeção internacional com produções como Narcos e Guerra Civil. Agora, consolida seu nome entre os artistas de maior relevância no cenário global.
Nas redes sociais, o diretor Kleber Mendonça Filho destacou a conquista ao compartilhar a capa da revista, escrevendo: “Wagner Moura, grande cidadão e artista brasileiro 🇧🇷”.
Da Redação...